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quarta-feira, 4 de junho de 2008

Trabalho de Pesquisa - Efeito de Estufa

O que é o efeito de estufa?

O Efeito Estufa é a forma que a Terra tem para manter constante a temperatura propícia à vida que herdou. Mesmo sendo a atmosfera altamente transparente perante a luz solar, cerca de 35% da radiação que recebemos vai ser reflectida de novo para o espaço, ficando os outros 65% retidos na Terra. Este fenómeno deve-se principalmente ao efeito sobre os raios infravermelhos de gases como o Dióxido de Carbono, Metano, Óxidos de Azoto e Ozono presentes na atmosfera (totalizando menos de 1% desta), que vão reter esta radiação na Terra, permitindo-nos assistir ao efeito calorífico dos mesmos. O Efeito Estufa consiste, basicamente, na acção do dióxido de carbono e outros gases sobre os raios infravermelhos reflectidos pela superfície da Terra, reenviando-os para ela, mantendo assim uma temperatura estável no planeta.

Gases responsáveis por este efeito?

Gases de estufa

Principais Causas

Dióxido de Carbono (CO2)

Combustão de combustíveis fósseis: petróleo, gás natural, carvão, desflorestação (libertam CO2 quando queimadas ou cortadas).

O CO2 é responsável por cerca de 64% do efeito estufa. Diariamente são enviados cerca de 6 mil milhões de toneladas de CO2 para a atmosfera.

Tem um tempo de duração de 50 a 200 anos.

Clorofluorcarbono (CFC)

São usados em sprays, motores de aviões, plásticos e solventes utilizados na indústria electrónica. Responsável pela destruição da camada de ozono. Também é responsável por cerca de 10% do efeito estufa.

O tempo de duração é de 50 a 1700 anos.

Metano (CH4)

Produzido por campos de arroz, pelo gado e pelas lixeiras. É responsável por cerca de 19 % do efeito estufa.

Tem um tempo de duração de 15 anos.

Ácido nítrico (HNO3)

Produzido pela combustão da madeira e de combustíveis fósseis, pela decomposição de fertilizantes químicos e por micróbios. É responsável por cerca de 6% do efeito estufa.

Ozono (O3)

É originado através da poluição dos solos provocada pelas fábricas, refinarias de petróleo e veículos automóveis


Aquecimento global

O aquecimento global resume-se ao aumento da temperatura terrestre (não só numa zona específica, mas em todo o planeta) e tem vindo a preocupar a comunidade científica cada vez mais. Pensa-se que é devido ao uso de combustíveis fósseis e outros processos a nível industrial, que levam à acumulação na atmosfera de gases propícios ao Efeito Estufa, tais como o Dióxido de Carbono, o Metano, o Óxido de Azoto e os CFC’S. Já há muitas décadas que se sabe da capacidade que o Dióxido de Carbono tem para reter a radiação infravermelha do Sol na atmosfera, estabilizando assim a temperatura terrestre por meio do Efeito de Estufa, mas, ao que parece, isto em nada preocupou a humanidade que continuou a produzir enormes quantidades deste e outros gases de Efeito de Estufa.


Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_estufa
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gases_do_efeito_estufa
http://www.rudzerhost.com/ambiente/estufa.htm
http://www.incineracao.online.pt/efeito-de-estufa-e-o-aquecimento-global
http://www.edp.pt/EDPI/Internet/PT/Group/Sustainability/ClimaticChange/EfeitoEstufa.htm

terça-feira, 11 de março de 2008

Síndrome de Down ou Trissomia do Cromossoma 21

Síndrome de Down? O que é?

Síndrome de Down ou trissomia do cromossoma 21 caracteriza-se como sendo um distúrbio genético causado pela presença de um cromossoma 21 extra: total ou parcial.

A síndrome de Down é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores ou menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a dificuldades de habilidades cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. É uma doença normalmente identificada ao nascimento.

Curiosidade: A doença tem este nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a doença no ano de 1866.

Origem da Doença

O síndrome de Down é uma doença genética que afecta o cromossoma número 21, doença esta, originada pelo excesso de material genético neste cromossoma que ao contrário do cromossoma 21 normal, apresenta não dois mas sim 3 cromossomas.
Também tem - se conhecimento que, problemas ocorridos durante a gravidez, como fortes emoções, quedas, uso de medicamentos ou drogas não são causas da síndrome de Down, pois esta já está presente na união do espermatozóide com o óvulo.

Incidência da Doença

A incidência da síndrome de Down é estimada em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.

Curiosidade: Actualmente a probabilidade de uma mulher de 20 anos ter um filho com essa síndrome é de 1 para 1600, enquanto uma mulher de 35 anos é de 1 para 370. A probabilidade de pais que têm uma criança com síndrome de Down e terem outros filhos portadores dessa síndrome é de aproximadamente 1 para 100.

Sintomas da Síndrome de Down?

Ø Retardo mental;

Ø Fraqueza muscular;

Ø Anomalia cardíaca;

Ø Baixa estatura;

Ø Olhos com fendas palpebrais oblíquas;

Ø Perfil achatado;

Ø Prega única na palma da mão.

Curiosidade:

Homens e mulheres com síndrome de Down podem ter filhos?

Sim podem. Existem muitos registos de mulheres com Síndrome de Down que tiveram filhos e, nesse caso, a probabilidade dos filhos nascerem com trissomia 21 é de 35% a 50% ou até maior. Há dois casos registrados de homens com Síndroma Down que se tornaram pais.

Reflexão Pessoal

Na minha opinião esta doença, nos últimos anos tem vindo a aumentar consideravelmente. É uma doença a nível genético no cromossoma 21 que provoca anomalias a nível de mentalidade, nível do corpo e também dificuldades a nível muscular.

Por fim também acho que estas pessoas são seres humanos como nos e devem ser tratados de forma igual não havendo descriminação.

Fontes

http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_Down

http://www.silverioortiz.kit.net/blog/genetica_contra_preconceito.htm

http://www.brasilescola.com/doencas/sindrome-de-down.htm

http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3789&ReturnCatID=1798

http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?393

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Terapias hormonais de substituição


foto artigo


Na menopausa é frequentemente associada a uma degradação da qualidade de vida da mulher devido aos sintomas que podem surgir em sequência das alterações hormonais. Nesta fase da vida, os riscos aumentam a nível de doenças cardiovasculares, ósseas e psíquicas. Nesta nova fase da sua vida, as mulheres devem ser aconselhadas sobre a terapêutica ideal que, habitualmente, é a terapêutica hormonal de substituição (THS). Esta consiste na reposição das hormonas que os ovários deixaram de produzir, nomeadamente, estrogénios e progesterona. A THS não «cura» a menopausa, até porque esta é um processo normal do envelhecimento, mas retarda-o, reduz ou suprime muitos dos sintomas e traz benefícios a longo prazo, como a prevenção da osteoporose e das doenças cardiovasculares.

Riscos:

O principal risco que a terapêutica comporta é o cancro da mama, cancro do ovário, endométrio, mas, de acordo com vários especialistas, esta é uma questão relativa, sendo o risco menor porque, a maior causa de morte na mulher ainda são as doenças cardiovasculares, depois dos 50 anos. Então, regra geral, a THS pode constituir indicação para qualquer mulher na menopausa.

Benefícios:

Os tratamentos hormonais substitutivos (THS), tomados por cerca de 20 milhões de mulheres em todo o mundo para combater os efeitos da menopausa; Os benefícios estão igualmente associados à prevenção do risco de vários tipos de cancro, das doenças cardiovasculares e da osteoporose;

Eficácia:

A Sociedade Portuguesa de Ginecologia (SPG) garantiu que a eficácia e segurança do tratamento hormonal de substituição na menopausa é bastante elevada, apesar de estudos recentes associarem a um maior risco de cancro da mama.

Curiosidades:

Em 2003, um estudo britânico concluiu que as mulheres submetidas a tratamentos com hormonas de substituição tinham um risco 22 vezes superior de vir a ter cancro da mama do que as que eram tratadas com estrogénios e progesterona. Estas últimas, por sua vez, corriam um maior risco do que as mulheres tratadas apenas com estrogénios. Na Suécia, o cancro do ovário é diagnosticado em cerca de um por cento das mulheres com idade compreendida entre os 50 e os 75 anos, independentemente da utilização de terapia hormonal.

Reflexão pessoal:

Após a realização deste trabalho proposto penso que as terapias hormonais de substituição são bastante eficazes na prevenção de várias doenças na mulher na fase da menopausa, mas por outro lado, aumenta o risco do aparecimento de outras doenças como cancro da mama do ovário, etc. por isso que na minha opinião quando quiser começar a praticas estas terapias deve-se aconselhar com médico ou ginecologista, para ter conhecimento dos riscos que eventualmente pode correr.
Finalmente na minha opinião acho sinceramente que as mulheres com idades próximas da menopausa deviam encarar isso não como uma doença mas sim como uma fase na sua vida e ter a noção dos riscos que correm.

Fontes:

http://www.mni.pt/destaques/?cod=2041&MNI=b3b7006fbf63b57d6bb032fd9f9a000c

http://saude.sapo.pt/artigos/?id=752389

http://dn.sapo.pt/2005/08/01/sociedade/risco_cancerigeno_terapia_hormonal.html

http://mulher.sapo.pt/articles/bem_estar_e_nutricao/terapias/742786.html

http://www.medicosdeportugal.iol.pt/action/2/cnt_id/757/

http://www.mni.pt/destaques/?MNI=b3b7006fbf63b57d6bb032fd9f9a000c&cod=4386

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Trabalho Pesquisa - Vasectomia

Vasectomia

A vasectomia oferece anticoncepção permanente para homens que não desejam ter mais filhos. É um procedimento cirúrgico simples, seguro e rápido, nos quais os vasos deferentes são cortados. Quando estes tubos são cortados, a passagem dos espermatozóides produzidos pelos testículos é bloqueada, e assim o esperma liberado durante a ejaculação é incapaz de fertilizar o oócito II, prevenindo desta forma a gravidez. Pode ser feito em uma clínica ou consultório, desde que se observem os procedimentos adequados para prevenção de infecções. Não afecta o desempenho sexual. É também conhecida como esterilização masculina.

Uso

Ocorre a interferência cirúrgica que acaba permanentemente com a fertilidade nos homens. Sendo assim ela termina com a saída de espermatozóide na ejaculação.

Vantagens

A cirurgia é simples sendo realizada sob anestesia local; O risco cirúrgico é bem menor do que a laqueação de trompas; Não possui efeitos colaterais a longo prazo; não interfere com as relações sexuais ou função sexual, e finalmente não altera a produção de hormonas ou espermatozóide pelos testículos.

Desvantagens

Não é recomendado para homens solteiros, que não têm certeza de que querem filhos; a pessoa pode se arrepender mais tarde (a reversão requer cirurgia especial, é cara e frequentemente com disponibilidade limitada); não proporciona protecção para as DST.

Eficácia

É um método altamente eficaz, variando de 99 a 99,9 %.

Observação


O homem deve evitar relações sexuais por uma semana depois desta operação, assim como esforços que possam prejudicar a cicatrizarão e a recuperação. Depois disso, pode ter relações sexuais normais, mas protegidas por algum método contraceptivo (preservativo, ou método contraceptivo feminino), pois o esperma não perde imediatamente todos seus espermatozóides. Depois de um mês a um mês e meio já não precisa de se preocupar mais em usar qualquer método contraceptivo.

Reflexão Pessoal

Após a realização deste trabalho proposto penso que é um método contraceptivo bastante eficaz, mas irreversível, por isso que na minha opinião quando quiser realizar esta operação deverá pensar muito bem sobre o passo que vai tomar…
Finalmente a vasectomia é um método contraceptivo que na minha opinião n aconselho fazer porque embora evite a gravidez não evita as Dst’s, doenças estas que têm vindo a aumentar de dia para dia.

Fonte:

http://www.olhao.net/jb/ano_2002_2003/duvidas/MetodosC.htm