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quinta-feira, 5 de junho de 2008

Aterro Sanitário na Ilha de Santiago


É um projecto avaliado em mais de cinco milhões de euros, financiado pela União Europeia para resolver um dos grandes problemas de saneamento e ambiente na maior ilha de Cabo Verde.

A ideia da construção de uma infra-estrutura moderna para recolha e tratamento de resíduos sólidos para a ilha de Santiago é antiga, mas só agora, ao que tudo indica, vai sair do papel. Para o efeito acaba de ser garantido pela União Europeia um financiamento de pouco mais de cinco milhões de euros para a construção da referida infra-estrutura. Através desse complexo, constituído por três aterros espalhados pela ilha, pretende-se recolher e reciclar o lixo produzido em Santiago, sendo uma das suas valências a produção de electricidade a partir da matéria orgânica. O ministro das Infra-estruturas, Manuel Inocêncio Sousa, considera que a problemática da recolha e tratamento de lixo constitui já um dos grandes desafios que Cabo Verde no geral, mas particularmente ilhas como Santiago e S.Vicente, têm de vencer, para a salvaguarda, inclusive, do ambiente neste arquipélago.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portugueseafrica/news/story/2008/03/080324_cverdelandfillgc.shtml


Taxa de gás do efeito estufa bate recorde na atmosfera



O nível de concentração na atmosfera de dióxido de carbono, o principal gás do efeito estufa, bateu novo recorde. De acordo com o observatório de Mauna Loa, no Havai, o índice em 2007 chegou a 387 partes por milhão (ppm) - cerca de 40% a mais do que havia antes da Revolução Industrial, no começo do século 19. Essa é também a mais alta concentração nos últimos 650 mil anos, de acordo com dados paleoclimáticos. A concentração de dióxido de carbono e de outros gases, como o metano, emitidos especialmente por actividades humanas, é a causa do efeito estufa exacerbado e do aquecimento global que ocorrem hoje, segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC).

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL467492-5603,00.html

Poluição amplia risco cardíaco em mulheres



Mulheres saudáveis que vivem em lugares onde o ar está poluído correm mais riscos de desenvolver doenças cardiovasculares e vir a falecer em decorrência disso, segundo um estudo divulgado nos Estados Unidos. Esta pesquisa, uma das mais extensas sobre o tema, incluiu cerca de 65.000 mulheres de 50 a 79 anos, que viviam em 36 centros urbanos nos Estados Unidos, conforme afirmaram os investigadores da Universidade de Washington. "Os resultados do nosso estudo mostraram que a cidade e o lugar da cidade onde viveu a mulher afecta o grau de exposição à poluição e, assim, o risco que elas sofrem de desenvolverem problemas cardiovasculares", explicou Kristin Miller, epidemiologista e responsável pela pesquisa. Estudos anteriores já tinham mostrado vínculos entre a poluição atmosférica e as doenças cardiovasculares, mas esta pesquisa é a primeira a estudar especificamente o aparecimento destas enfermidades em pessoas que eram sadias e estabelecer a relação disso ao nível de partículas contaminantes no meio ambiente. Os pesquisadores acompanharam as mulheres seleccionadas durante um período de até nove anos para verificar qual delas seriam vítimas de um ataque cardíaco ou cerebral.

Reflexão Pessoal: Na minha opinião, a poluição do ar tem vindo a aumentar consideravelmente o que leva a vários problemas respiratórios. Neste caso depois de um estudo feito, depararam com casos de mulheres que com o aumento da poluição, revelaram mais tarde problemas cardíacos

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL3391-5603,00.html


Crianças Vitimas de Chernobyl




Vika Chervinska, 8 anos, espera a sua vez para rebeceber tratamento contra o cancro, amparada pela sua mãe, no hospital pediátrico de Kiev, na Ucrânia. Segundo a Greenpeace, mais de 90 mil pessoas poderão morrer de várias formas de cancro, causado pela radiação do acidente nuclear em Tchernobil, há 22 anos.

Passaram 22 anos, mas o drama de Chernobyl continua hoje a matar.

Em Portugal, hoje como recorrentemente acontece, algumas pessoas insistem no nuclear como alternativa. Com os preços do petróleo em escalada permanente e face à previsibilidade do aumento constate do consumo de energia, a questão do nuclear em Portugal volta à ordem do dia. Qual é o preço a pagar?

Reflexão Pessoal: Acho bastante incríveis os problemas que a utilização da energia nuclear, como energia alternativa provoca. No entanto ainda agora se nota os problemas provocados por este acidente. Chernovyl agora passados 22anos ainda provoca vitimas cancerígenas como é o caso desta criança.


Fonte:http://claramente.blogs.sapo.pt/2006/04/

Chernobyl: 22 Anos Depois


Depois daquela que foi a maior catástrofe nuclear em tempos de paz, ocorrida há 20 anos, a vida selvagem reencontrou o seu equilíbrio. O facto de os humanos terem sido retirados do local ajudou ao reaparecimento de muitas espécies que já há muito não eram vistas por estas bandas.
Desde linces, às corujas gigantes, passando por uma série de outras aves que já ninguém pensava voltar a ver por lá, foram imensas as espécies agora reencontradas. Para além disso, foram descobertas pegadas de ursos na neve, onde já há centenas de anos não era encontrado nenhum urso em liberdade.
Ninguém sabe, ou pode prever, o que vai acontecer com estes animais, dados os elevados níveis de radioactividade que ainda se fazem sentir no local, mas a verdade é que, aparentemente, os animais não parecem sentir-se incomodados. Inclusivamente, muitas das aves aproveitam o caixão de cimento com que foi coberto o reactor que explodiu para fazer os seus ninhos, parecendo ser este o seu local favorito.
Quanto aos mamíferos, se é verdade que inicialmente muitos morreram em virtude de problemas na tiróide, os novos animais, apesar de apresentarem elevados níveis de radioactividade, parecem fazer uma vida perfeitamente normal. De todos os animais observados na área, apenas um rato mostrava sinais evidentes de ter cancro.
Curiosamente, uma das experiências feitas pelos investigadores foi levar para o local ratos provenientes de outros locais com baixos níveis de radioactividade. Estes mostraram sentir-se «desconfortáveis» numa zona denominada Floresta Vermelha, nome colocado em virtude de as árvores terem ficado avermelhadas aquando do acidente de há 22 anos. No entanto, os animais que lá nasceram parecem sentir-se melhor que nunca, e reproduzem-se normalmente, de forma extremamente rápida.
Muitos investigadores referem que neste local aconteceu uma «explosão de vida inexplicável» e sugerem que seja criado uma mega área protegida, para que não se perca o que de bom aconteceu depois da tragédia que ceifou, ceifa e vai continuar a ceifar muitas vidas humanas.

Fonte:http://www.bicharada.net/animais/noticias.php?nid=590